Dia 01 de setembro a Charterhouse estará lançando mais um serviço, o portal GROOVE.

O Groove é uma revista virtual, dedicado ao público que curte música eletrônica e baladas.

-”O Groove nada mais é do que uma forma de treinar o pessoal da Charterhouse na parte de redação, o nosso comercial, SEO e Google Marketing. Só que vamos trabalhar em algo que todos aqui curtem: Baladas!”

by Carlos Almada.

Confira: www.groove-rs.com

Confira o release do projeto:

WHTFCK’s Groove?

O Groove é um portal informativo focado na cultura eletrônica gaúcha.
Sim, curtimos música eletrônica, mas também curtimos tecnologia, moda, redes sociais, ceva na lima, cursos e informação. Pois acreditamos que a vida não se resume somente a festas, e nossa cultura não acaba quando saímos da balada.

Nossos colaboradores curtem a noite, mas assim como você também possuem outra vida. Temos filósofos (Sim, formado), publicitários, DJ’s, modelos, RP’s, escoteiros, marketeiros, profissionais de TI e uma mulher que deveria ser técnica do Grêmio de tanto que entende de futebol fazendo parte de nossa equipe.

Nossa bandeira é dizer não à panela, dizer sim à vida e respeito a todos, que de certa forma, ajudam e ajudaram Porto Alegre a finalmente ter uma opinião, uma cara, uma cultura eletrônica.

Abraços, nos vemos nas pistas!
Equipe Groove

Foram alguns dias de correria da equipe da Charterhouse. Várias latas de energético consumidas pela equipe de criação, muita dedicação do nosso setor de TI que conheceu toda a programação do Corujão e não menos importante a nossa estagiária, que cordava ás 4 da manhã para alimentar o projeto e deixar tudo redondinho para que pudéssemos estreiar o site junto com o lançamento da sexta temporada do Programa Adreanalina no Canal Futura e TV Unisinos.

A galera da Clip Produtora precisava de um site novo, gerenciável por eles, para que pudessem adicionar os vídeos trailers dos programas, releases e as fotos de cada aventura.
Foi por isto que desenvolvemos um CMS (Sistema de Gerenciamento de Conteúdo) geral do site. Agora eles podem cadastrar os programas, administrar os horários de exibição, montar os galerias de fotos e até administrar seu blog.

Além disso, além da Criação do site desenvolvido pela Charterhouse, seu sistema já possui optimização SEO (para que sempre apareçam nas primeiras posições do Google).

Nesta sexta-feira, 15 de julho o pessoal da Charterhouse esteve presente ao Cirquito 4×1 de Marketing Digital realizado em Porto Alegre.

Durante o dia foi realizado o curso “Marketing na era Digital” com a Martha Gabriel, referência nacional no assunto e autora de vários livros na área de Planejamento Digital, SEO e Marketing Digital.

A noite foi a hora do pessoal da Perestroika se unir a Martha para um grande debate sobre Social Marketing. E Claro estávamos lá até o Final!

Charterhouse Agência Digital no Cirquito4x1 Porto Alegre

É isso ai! Canoas tem sim uma agência de comunicação presente nos maiores eventos do estado, acumulando conhecimento para apresentar aos seus clientes as melhores idéias para uma campanha na era digital.

Hoje em dia, qualquer pessoa que possui mais de 1.000 followers no Twitter, mantenha um blog por mais de um ano e já tenha trabalhado para alguma marca pode se auto-proclamar um “especialista em mídias digitais”.

Eles estão aí, aos cântaros, pipocando e vendendo um peixe que nem sempre é tão profissional assim.

Claro: existem várias pessoas que dominam esse conteúdo, e podem cobrar – e cobrar caro – pelo conhecimento que detêm.

Ao mesmo tempo, vário novatos estão se aventurando num terreno complexo. E muitas vezes, com o consentimento da própria empresa, que contratam um estagiário e o deixam coordenando Twitter, Facebook e Blog. Já que ele é da Geração Y e sabe mexer nessas coisinhas.

Complicado, não?

Sou um liberal por natureza. Acredito no livre mercado. Nada de protecionismo. Quem sabe fazer, que faça.

Agora, é notório que muitas marcas estão gerindo mal suas plataformas. E acho que este é um dos furos.

Na minha opinião (e aí, você pode discordar ou concordar, o mundo é livre), um especialista em mídias digitais têm que reunir uma série de qualidades. Que não são da noite para o dia que você adquire.

Vou listar apenas algumas das skills que julgo necessárias. De novo: você pode concordar ou não, e não tem problema nenhum nisso. Essa ainda é uma profissão em formação. Existem muito mais dúvidas do que certezas.

Também não acho que um EMD (Especialista em Mídias Digitais) precise de TODAS essas características. Se a Internet é um sistema dinâmico, seria anacrônico enxergar por uma ótica cartesiana.

1) Entender a história da internet: o passado, o presente e o futuro
Os protocolos de convivência da internet, também chamados de “O comportamento do usuário nas mídias sociais”, têm origem direta na forma como a rede foi construída. Os fatores tecnológicos são a base dos fatores humanos.

2) Entender o protocolo criado pela Revolução Digital do ponto de vista técnico e sociológico
Acredito que muitos EMDs dominam a parte ferramental, das novas tecnologias que surgem. Mas nem sempre essas pessoas conseguem mergulhar no que mais importa, que é: o impacto sociológico que a Revolução trouxe.

3) Ir muito além do “crowdsourcing” e “poder das massas”.
Toda hora surge um termo novo. Snack Culture, Storytelling, Engagement e por aí vai. Muitos desses temas são sobreposições. Temos que tomar cuidado para não usarmos palavras novas para dizer exatamente as mesmas coisas que estavam sendo ditas anteriormente.

4) Acompanhar as mudanças
Tudo acontece muito rápido. A cada dia, surge uma nova rede social. Qual vai pegar? Qual é fogo de palha? O que é o Promoted to Twitter? Você é beta tester do Google+? Por que o Facebook tem tanto rolo com privacidade? Esses questionamentos fazem parte, ou deveriam fazer parte, do dia-a-dia de um EMD.

5) Estudar
Muito do que se aprende sobre mídias sociais se aprende na marra, fazendo, executando. Mas há uma vasta bibliografia que ajuda, e ajuda muito, a entender esse novo universo.

6) Não ter medo de errar.
A internet é beta. Então, saber criar riscos calculados é um dos talentos que eu julgo mais importante num EMD.

7) Ter capacidade de gerar teorias próprias
Este e o próximo item são parecidos, mas não iguais. Então: ser um simples consumidor do que os outros EMDs dizem é meio que ser um papagaio dos formadores de opinião. O legal é ter poder de análise, conseguir conectar pontos que nem todos estão vendo e formular, a partir daí, uma visão particular. Isso é o que dá valor ao seu trabalho.

8 ) Ter capacidade de desenhar cenários futuros
O grande valor de um profissional é ter a capacidade de antecipação. Então, acredito que um EMD que não consegue prever cenários, muitas vezes, trabalha apagando incêndios, em vez de evitá-los.

9) Dominar as ferramentas mainstream
Existe uma certa ditadura do hype entre os EMD. Um papinho meio chato de que o Facebook está Orkutizando. Pois é: no Brasil, o cara que não usa Orkut está virando as costas para a rede mais popular no país. Tem que saber o que é cool? Claro. Mas não pode largar o osso do mainstream.

10) Entender de comunicação
Hoje, todos nós sabemos que a internet não é uma mídia. É muito mais. Mas, inicialmente, ela foi entendida assim. O fato é que a internet TAMBÉM é uma mídia. Por isso, entender de comunicação (não confunda entender de comunicação com ter um diploma em comunicação) é fundamental. Sem falar no óbvio: alguém que vai gerenciar os canais com o consumidor, vai FALAR com os consumidores em nome da marca. Tem que ter a manha, né?

11) Ter história
As novas gerações, que nascem praticamente dentro de um computador, têm muito a nos ensinar. Esse é um exercício de humildade que eu faço diariamente. Mas nós não podemos ser ingênuos e achar que os nativos digitais sabem tudo. Até porque, boa parte do dia-a-dia de um profissional de dessa área é comum a qualquer outra profissão. Por isso, acredito que um EMD não nasce do nada. Ele precisa ter lastro.

12) Ter carisma digital
Acredito que um EMD não é, necessariamente, um Geek. Mas o cara tem que ter, no mínimo, carisma digital. Ele tem que absorver tudo isso de forma natural, não com sofrimento.

13) Ter referências
Explicar através de exemplos é sempre uma ótima forma de fortalecer o nosso ponto de vista. Um EMD deve ter repertório, já que essa é uma área nova e, muitas vezes, o exemplo ao lado é o melhor aprendizado que podemos ter.

14) Ter criado material autoral com relevância na web
Os fenômenos de cultura popular estão nascendo, cada vez mais, da Internet. Quem já fez algum webhit parece ter mais autoridade para discutir, em alto nível, o que faz sentido no consumo de conteúdo. Sem falar que esses caras, em geral, já controlam uma audiência própria. E esse trabalho de gerenciamento talvez seja a skill mais importante que se possa exigir.

15) Ter respeito de membros da rede
Muito ouvir falar do termo panelosfera – que talvez já esteja até bem datado. Existe sim um grupinho que se auto-referencia na internet e que se protege. Mas esses caras sabem reconhecer novos talentos, têm olho clínico para ver quando alguém vai explodir e, como passam muito tempo conectados, são impactados por quem estiver fazendo um trabalho relevante. Se eles já ouviram falar de você, ótimo. Bom sinal.

16) Ter perfis nas redes sociais com métricas relevância nas ferramentas de análise
São trihões de ferramentas usadas para medir a sua importância na Internet. Mas eu gosto muito da Família Grader (BlogGrader, FacebookGrader, TwitterGrader e WebsiteGrader), que chegaram até mim pelo Dan Zarella, um dos maiores estudiosos de mídias sociais no mundo.

17) Ter referências multidisciplinares que façam você olhar muito além da internet
Um cara que só vive a internet tem uma capacidade muito limitade de análise. Os grandes pensadores, em geral, são pessoas que vivem experiências multidisciplinares e têm conhecimento em mais de uma área. É o cruzamento desses conteúdos aparentemente desconexos que torna o contexto mais rico.

18) Saber discutir qualquer um desses itens com uma autoridade
Bancar o espertão com um leigo, beleza. Agora, difícil é sentar numa mesa de debatedores e não arrepiar em meio a outros especialistas.

19) Saber explicar qualquer um desses itens para uma pessoa que nunca ligou um computador
Eu acredito que um picareta é aquele cara que fala, fala, fala, fala e ninguém entende nada. Ele não tenta facilitar, digerir, mastigar o conteúdo. Ele tenta tornar o mais complexo possível para sair por cima e parecer superinteligente. Se você vir um desses caras, cuidado. Ele pode estar aplicando pra cima da sua marca.

20) Saber mudar de opinião
Só uma pessoa que nasceu sabendo tudo não muda de opinião. E como eu acredito que nenhum EMD nasce com esse predicado, o cara tem que saber rever os seus pontos de vista. Não pode se ter uma visão dogmática. Veja o caso do Refresh, que fez a Pepsi despencar para o terceiro lugar do mercado. Será que isso não é um indicativo?

21) Gostar de co-autoria
Esse negócio de ficar colocando a culpa no cliente (”eu proponho ideias, mas os caras nunca aprovam”) é um raciocínio muito infantil. Se você tem boas ideias, ótimo. Mas saber aprová-las com consistência é parte do seu trabalho. É sempre mais legal ser co-autor de algo brilhante que autor solitário de algo comum.

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Buenas, espero não gerar muita polêmica com este post. A ideia é abrir a discussão e ver se mais gente pensa como eu. Como falei: não é uma ciência exata. É um mercado que está nascendo, que ainda gera muitas incertezas e, por isso, não podemos ser obtusos em nada.

Agora, isso não significa que temos que entregar a gerência das nossas plataformas digitais para o primeiro cara que aparecer.

By Tiago Mattos, Diretor de Whatever da Perestroika.
Fonte: http://www.perestroika.com.br/2011/07/04/o-especialista-em-midias-digitais/

Um gráfico muito bacana que mostra como a internet é bombardeada por informações o tempo todo.

Olha esta ação phoda criada pela T-Mobile para promover o jogo Angry Birds. Simplesmente fantástica!



Créditos ao pessoal do curso NEOMTHFCKR da @Perestroika